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Quais foram os motivos que levaram o São Paulo a afastar Cícero

O afastamento de Cícero no São Paulo não foi repentino. A decisão tomada pela diretoria na última terça-feira começou a ser discutida antes mesmo da contratação de Dorival Júnior. O substituto do demitido Rogério Ceni, aliás, foi comunicado logo de cara que o meia estava na berlinda. Apesar do apreço pelo futebol do jogador, o técnico não se opôs à determinação. A diretoria estava insatisfeita com o comportamento do atleta diante da condição de reserva.

Antes de ser comunicado do afastamento, Cícero fez duas partidas pelo Tricolor sob o comando de Dorival Júnior. Ele entrou no segundo tempo da vitória por 1 a 0 sobre o Vasco e no empate por 1 a 1 com o Grêmio. As duas partidas foram realizadas no Morumbi.


Não houve briga de Cícero com companheiros de clube. O que incomodou (e muito!) a diretoria foi como ele reagiu às vezes que ficou na reserva. Segundo relatos, o meia se manifestava de forma exagerada quando não era utilizado. O jogador até começou a temporada com certo prestígio, sendo contratato a pedido de Ceni, mas ainda com o Mito perdeu a posição e não voltou mais.

Outro fator que incomodou a diretoria e a comissão técnica foi a falta de comprometimento de Cícero com a complicada situação do time no Brasileirão. Com o time na zona do rebaixamento e a falta de interesse do meia em melhorar nos treinamentos, o clube entendeu que o jogador estava sendo prejudicial ao restante do elenco. E, por isso, ele treina separado do grupo desde quarta-feira.

Como já fez dez jogos no Campeonato Brasileiro, Cícero não pode assinar com nenhum time da primeira divisão. Para continuar em atividade em 2017, ou poderá fechar com algum clube da Série B ou buscar uma transferência para um time do exterior, já que a janela de transferências de saída acaba somente no final do mês.

O curioso é que a primeira passagem, ocorrida entre 2011 e 2012, também terminou antes do término do contrato, que seria em 2013. O atleta foi barrado pelo então técnico Ney Franco e a rescisão do vínculo aconteceu. Na sequência, ele se transferiu para o Santos.

Sem problemas com o grupo

Procurado pela reportagem do GloboEsporte.com, o jogador não quis se manifestar. A assessoria do atleta divulgou uma nota oficial na qual ele nega qualquer problema de relacionamento e deixa claro: é um profissional sério e de carreira vitoriosa.

– Em todos os clubes que defendi, sempre trabalhei da forma mais profissional possível e nunca tive histórico de problemas de relacionamento. Ao longo dos anos, construí uma carreira séria com conquistas e gostaria que isso fosse respeitado – afirmou o atleta.

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