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Jucilei vira ponto de equilíbrio no São Paulo e lidera time em roubadas de bola

Jucilei liderou a estatística de roubadas de bolas no clássico San-São do último domingo, na Vila Belmiro. Ele e Hudson, pelo São Paulo, tiraram a posse dos adversários cinco vezes cada e foram os melhores no quesito entre os dois times durante o empate sem gols.

A estatística do clássico não se trata de uma ocasião de um só jogo. Isso porque, no Brasileirão, Jucilei é o maior ladrão de bolas do São Paulo: são 62 roubadas em 18 partidas, uma média de 3,44 por jogo. Considerando todos os times da competição, o volante tem a quinta melhor média (veja nas tabelas abaixo).

O Tricolor, por sua vez, é o terceiro melhor time da competição neste fundamento, atrás de Flamengo (segundo) e Internacional (primeiro): são 471 roubadas, com média de 18,84 por partida.

Qual é, então, o segredo para Jucilei desarmar os adversários e manter a posse?

– A leitura de jogo é muito importante, a aproximação… Geralmente, os campos aqui no Brasil são bem molhados e dificultam o domínio do adversário. Então você tem de estar bem próximo – disse Jucilei.

Não à toa, o grito da torcida do São Paulo de “é Jucilei” costuma ser um dos mais altos nas escalações. O volante é um dos jogadores mais regulares do time de Diego Aguirre. Virou uma espécie de ponto de equilíbrio.

Mesmo em ocasiões nas quais o São Paulo não tem uma boa atuação, como no caso do clássico, Jucilei consegue se destacar.


* Fonte: Espião Estatístico / GloboEsporte.com
** Considerando atletas que tenham participado de no mínimo 40% dos jogos no Brasileirão

A estatística positiva do São Paulo nas roubadas de bola ajuda a explicar o desempenho da quarta defesa menos vazada do Brasileirão, ao lado do Cruzeiro. São 19 gols sofridos, atrás de Grêmio (líder, com 12), Internacional (segundo, com 15 – já contando a derrota por 2 a 1 para a Chapecoense, nesta segunda-feira) e Palmeiras (terceiro, com 17).

– Temos tomado poucos gols. Mas não só por causa de mim e do Hudson. A defesa começa lá na frente, com o Nenê e os pontas. E nossos zagueiros também. Eu e o Hudson encaixamos bem. Foi um encaixe perfeito – disse Jucilei.

No momento em que o São Paulo tem seu ataque questionado (fez dois gols nos últimos quatro jogos), a consistência defensiva tem sido o grande trunfo. O Tricolor não sofre mais de um gol numa partida desde a derrota por 2 a 1 para o Grêmio, no dia 26 de julho.

Desde então foram 12 partidas, entre Brasileirão e Sul-Americana, com seis gols sofridos. Média de uma bola na rede contra a cada dois jogos.

Diante do América-MG, sábado, no Morumbi, Jucilei e o São Paulo só pensam em uma coisa: três pontos.

– Independentemente do placar, tem de ganhar os três pontos. Respeitando o América-MG, mas dentro de casa o São Paulo tem de ganhar.

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