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Hoje no São Paulo, Nene esteve na mira de rival mas foi vetado por técnico

Com Diego Aguirre no comando, Nenê evoluiu e se tornou um dos jogadores mais importantes do São Paulo. Apesar do rodízio imposto pelo treinador uruguaio, ele entrou em campo em todas as 13 últimas partidas disputadas pelo Tricolor e marcou dois gols. Mas a história poderia ter sido outra caso o Santos, justamente o adversário do clube do Morumbi neste domingo, tivesse adotado outra postura mercado no início da temporada.

Segundo apurou o UOL Esporte, o presidente do Alvinegro praiano, José Carlos Peres, cogitou a contratação de Nenê em uma das reuniões com os integrantes do departamento de futebol. Na época, Gustavo Vieira de Oliveira, diretor executivo de futebol, William Machado, gerente da pasta, o técnico Jair Ventura e os integrantes do departamento de análise de desempenho foram contrários.

Todos achavam que o meia, de 36 anos, não tinha as características adequadas para as necessidades do Santos. Na ocasião, acharam complicado deixar um jogador do calibre de Nenê, com todo o seu histórico, disputar posição e com a possibilidade de ficar no banco de reservas. Entenderam que o investimento salarial seria alto para o momento e que, para o grupo, seria mais positivo apostar em alguém como Sasha. Procurada, a assessoria de Jair Ventura não enviou resposta sobre o caso.

O presidente do Santos, porém, não ficou muito satisfeito com tal decisão. Tanto que, quando Gustavo Vieira foi demitido, em fevereiro, o discurso da nota oficial do clube foi outro. “Peres recebeu de Gustavo a decisão de não contratar Nenê e, como não resolve as coisas na canetada, acatou, a despeito de discordar e querer, sim, o jogador”, comunicou o Santos.

Nenê tem uma passagem pela Vila Belmiro. Habilidoso, ele foi revelado pelo Paulista, de Jundiaí, e logo se transferiu para o Palmeiras. Apesar da queda do time alviverde para a Série B em 2002, ele conseguiu se destacar e foi para o Santos, na temporada seguinte. Ao lado de outras promessas da época, como Robinho e Diego, participou das campanhas do vice da Libertadores e do Brasileiro daquele ano.


Ainda em ascensão, Nenê recebeu a oferta do Mallorca, da Espanha, e acertou a sua transferência em 2004. Após construir uma carreira no exterior, voltou ao Brasil em 2015, para o Vasco. Neste ano, acertou com o São Paulo e, mesmo veterano, ainda mantém a chama acesa para disputar partidas importantes, como a deste domingo.

“É legal, você fica meio que pensando que já atuou lá. É diferente. Gosto, gosto demais de clássico e de jogo contra time grande. E na época em que jogava no Paulista sempre marcava gol nos times grandes. Incrível isso”, disse Nene.

Fonte: Uol

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