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Com o “9” na camisa e na pele, Kieza promete cobranças no São Paulo

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Kieza chegou ao São Paulo com a tarefa de substituir Luis Fabiano, que deixou o São Paulo e se transferiu para o futebol chinês. No clube do Morumbi, ele terá a concorrência de Alan Kardec, Centurión, Rogério e do argentino Calleri, que está muito perto de ter sua contratação confirmada. Ciente da disputa, ele tem um amuleto para ajuda-lo a mostrar todo o seu potencial: uma tatuagem do número 9, que ele herdou de Luis Fabiano, e gosta de usar por onde passa.

– Sempre usei esse número por onde passei e sempre me deu sorte. Espero ser muito feliz aqui no São Paulo. Sei da minha responsabilidade, sei que serei cobrado e estou pronto. Decidi fazer a tatuagem no ano retrasado depois de pensar muito desde a época em que jogava no Náutico. Fiz e espero que continue me dando sorte – afirmou o jogador.

Para mostrar serviço e conseguir uma vaga na equipe comandada pelo técnico Edgardo Bauza, é preciso mostrar muito trabalho e ainda ser polivalente. Para quem pensa que Kieza é apenas um centroavante, que atua dentro da área, o jogador se coloca à disposição para atuar um pouco mais recuado, inclusive formando uma dupla com Alan Kardec.

– Estou aqui para ajudar. Posso atuar aberto, não sou centroavante parado. Posso formar dupla com Alan Kardec, sim – explicou o jogador, que espera estar à disposição da comissão técnica na estreia da equipe no Campeonato Paulista, no dia 30, contra o RB Brasil, em Campinas.

– Queria que a negociação tivesse sido fechada antes, isso me atrapalhou, já que comecei atrás dos companheiros. Tudo deu certo e agora é trabalhar para buscar meu espaço, sempre respeitando meus companheiros – disse.


Além de um cara acostumado a marcar, (Kieza foi o vice-artilheiro do Brasil em 2015, com 29 gols) o torcedor do São Paulo também verá em campo um atleta que luta muito e que exagera na cobrança sobre os companheiros em busca da vitória.

– Sou um cara que cobro muito, acho que depois que fiquei mais experiente passei a cobrar mais. Nos grupos, passei a ter um pouco mais de liderança, me soltar um pouco mais, o futebol hoje é assim, precisamos de jogadores que corram e lutem o tempo todo. Não podemos desistir porque podemos ganhar o jogo no fim – ressaltou o reforço são-paulino.

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