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Justiça bloqueia parte da venda de Diego Souza

A Justiça do Rio de Janeiro bloqueou de forma provisória, nesta terça-feira (20), metade da quantia total da venda de Diego Souza do Sport ao São Paulo, realizada em janeiro. A decisão liminar acontece depois de o Fluminense ter entrado com uma ação cobrando R$ 5 milhões da transferência, uma vez que detinha 50% dos direitos econômicos do jogador.

Diego Souza foi vendido pelo Sport ao São Paulo no início de janeiro, pelo valor de R$ 10 milhões. Metade do valor já foi transferido pelo clube tricolor aos pernambucanos. Nesta terça, a juíza Fernanda Galliza do Amaral determinou que o São Paulo deposite a outra metade em juízo – e não ao Sport – até que seja proferida uma decisão final sobre o caso.

Em dezembro, um e-mail assinado por Marcelo Teixeira, diretor da base do Fluminense, dizia ao Sport que o clube aceitaria negócios a partir dos R$ 2 milhões por Diego Souza. O clube pernambucano, portanto, se ampara neste e-mail para dizer que os cartolas tricolores estavam satisfeitos com apenas R$ 1 milhão, o que, para as Laranjeiras, é uma visão distorcida dos fatos.

O Fluminense alega que nunca abriu mão do percentual do atleta e afirma que continuará lutando para fazer valer os termos do contrato assinado com o Sport em março de 2016, quando o jogador deixou as Laranjeiras para retornar ao clube pernambucano.

O São Paulo ainda não recebeu a notificação da Justiça e não se pronunciou oficialmente sobre o caso. O mesmo acontece com o Sport.


Veja a nota oficial do Fluminense:

Desde o início do caso Diego Souza, o Fluminense tinha ciência do e-mail do diretor esportivo de futebol de base, Marcelo Teixeira, tanto que o anexou nos autos do processo uma cópia informativa que circulou apenas internamente. A versão original foi endereçada apenas ao Sr. Eduardo Uram. Nesta terça-feira, através do Escritório Bruno Calfat Advogados, contratado pelo Fluminense, o clube obteve o deferimento de liminar que determina que o pagamento das parcelas futuras devidas pelo São Paulo ao Sport seja depositado em juízo até a fim do processo. O clube, que nunca abriu mão do percentual do atleta e jamais celebrou qualquer aditivo contratual em relação aos direitos econômicos do jogador, continuará lutando para fazer valer os termos do contrato assinado com o Sport em março de 2016.

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