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Bauza escala São Paulo com novidade no meio de campo

Denis, Bruno, Lugano, Rodrigo Caio e Mena; Hudson, Thiago Mendes, Wesley, Centurión e Michel Bastos; Calleri.

Foi esse time que Edgardo Bauza treinou, em grande parte do tempo com portas fechadas, e que começará jogando a semifinal da Libertadores, entre São Paulo e Atlético Nacional, em Medellín. Pouco depois de os jornalistas terem acesso à atividade, os jogadores já passaram a exercícios mais leves.

Sem Paulo Henrique Ganso, com lesão na coxa direita, o Patón sabe que não tem nenhum outro jogador no elenco que tenha suas características. Então, espera que Centurión, Michel Bastos e Wesley façam uma espécie de “rodízio” na função, em apoio a Calleri.

– O que o Ganso faz ninguém pode fazer. Nessa posição pode começar o Centurión, podemos trocar com Michel Bastos. Não há uma posição fixa de um jogador fixo, a ideia é que jogue um centroavante, o Calleri, e um que fique um pouco mais atrás, para fazer os dois volantes do Nacional se retraírem mais – afirmou o treinador.

Em relação à derrota tricolor na quarta-feira passada por 2 a 0 no Morumbi, Bauza colocou Centurión, cuja suspensão de três jogos terminou na última partida, no lugar de Ytalo. Pelo que foi possível notar, o argentino atuou na função de Paulo Henrique Ganso, centralizado, enquanto Wesley e Michel Bastos foram mantidos abertos pelos lados direito e esquerdo, respectivamente.

– Não vamos mudar agora (o sistema tático). Tampouco o Atlético Nacional vai mudar. O que temos de fazer é uma partida inteligente, sabemos as armas que tem o rival, não podemos sair atrás do gol desde o primeiro minuto – explicou o Patón.

Outra mudança foi a volta de Hudson na vaga de João Schmidt, que voltou a sentir dores na coxa direita e chegou a chorar no treino. Depois, foi consolado por Michel Bastos. Atrás, Lugano é mesmo o substituto de Maicon, como já havia sido anunciado previamente pelo treinador.

Bauza deu ênfase ao treino de bolas paradas, com Centurión e Michel Bastos, principalmente, nas cobranças. Para se classificar em 90 minutos, o São Paulo precisa vencer por três ou mais gols de diferença, ou então vantagem de dois gols a partir de 3×1. Se ganhar de 2 a 0, a decisão da vaga na final será nas cobranças de pênaltis.


Veja abaixo os outros trechos mais importantes da entrevista de Bauza:

POSTURA

– Não temos apenas que fazer gols, isso é importante, mas temos de fazer um jogo inteligente. Vamos arriscar em alguns momentos, mas o Nacional é um adversário perigoso, principalmente quando tem a bola. A ideia é ser compacto, defender e atacar com os 11.

JOÃO SCHMIDT

– É uma pena, está com dor muscular e, talvez, eu não consiga levá-lo ao banco de reservas. É uma pena, vamos tratar ao longo da noite, mas são situações que não temos como controlar.

ALAN KARDEC

– Ele fez dois gols na última partida, graças a Deus, mas não foram apenas os gols (ressaltando a boa atuação do atacante, que começará no banco).

OPÇÃO MAIS OFENSIVA

– Tenho, tenho, em algum momento poderemos colocá-la em campo.

Fonte: Ge

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